Os dias de terror continuam. A procuradora-geral
da Venezuela, Luisa Ortega, apresentou um recurso pela anulação da Assembleia
Constituinte convocada pelo ditador Nicolás Maduro, alegando que fere a democracia
e a liberdade. A eleição foi marcada para o dia 30 de julho.
O ditador Nicolás Maduro, convocou
a Constituinte para "conquistas a paz de que o país precisa". Nicolás,
diz que pretende "reforçar" a Constituição de 1999 para estabelecer
"novas formas de participação popular" e um modelo econômico que não
dependa da renda do petróleo.
Para muitos venezuelanos, a "Constituinte Maduro" é uma "fraude".
Chavista declarada, de acordo com
o jornal "EL NACIONAL", Ortega tem sido intitulada traidora por
alguns setores do chavismo por ter se posicionado contra a Constituinte e
também por ter afirmado que um estudante morto nas manifestações da oposição
foi assassinado por uma bomba disparada pela Guarda Nacional.
Infelizmente, nos últimos 3
meses, os problemas da Venezuela se agravaram.
Os venezuelanos enfrentam dias difíceis
na política e contam com o resultado de mais de 100 mortos e mil feridos, de
acordo com a Procuradoria.
Segundo religiosos, cerca de 5.000
pessoas foram presas por fazer oposição ao ditador Maduro.
Enquanto isso, autoridades da América
Latina e do mundo, ignoram a guerra civil não declarada na Venezuela.
