O racismo é igual “mato”.
Nasce
em terreno fértil em consequência das sementes “malditas” lançadas ao vento.
Não
“presta” para nada.
Extermina
a vida a sua volta.
Não
tem beleza.
Contamina
terrenos vizinhos e quanto mais se “poda”, mais forte fica.
Assim
como o “mato”, o racismo precisa ser
arrancado do terreno.
Precisa
ser queimado !
E
o lugar de onde foi arrancado, precisamos
plantar novas sementes, tais como :
O amor
O respeito
A tolerância
A igualdade
A fraternidade
A informação
A solidariedade
A convivência
A humanização
A liberdade...
Após novo plantio, resta-nos o cultivo.
Assim como qualquer
cultura, as novas sementes estarão
demorando um tempo para germinar,
crescer e gerar frutos.
O quanto antes arrancarmos o
racismo e cultivarmos novas sementes, mais cedo colheremos os frutos.
Escritor Paulo Batista
